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http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2015/07/crise-afeta-confianca-e-criacao-de-novas-empresas-desacelera.html

Crise afeta confiança, e criação de novas empresas desacelera

 

De janeiro a maio, a criação de novas empresas cresceu em relação ao mesmo período do ano passado, segundo indicador da Serasa Experian. No entanto, o ritmo de alta tem sido menor a cada mês devido, principalmente, à crise, que afeta a confiança dos empreendedores.

O comércio popular da Grande Belém continua garantindo os preços mais baixos da moda praia em 2015, garante pesquisa do Dieese divulgada nesta terça (30). (Foto: Camila Lima/O Liberal)
(Foto: Camila Lima/O Liberal)

Entre janeiro e maio de 2015, foram criados 822.519 novos empreendimentos no Brasil. O número é 3,4% superior aos mesmos meses de 2014 que, por sua vez, haviam mostrado avanço de 5,2% frente a 2013.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a desaceleração da abertura de novas empresas neste ano “é reflexo da recessão da economia bem como da queda da confiança de empresários e consumidores”.

O número de novos Microempreendedores Individuais (MEIs) surgidos em maio cresceu 4,5% em relação a abril, para 132.661. As Sociedades Limitadas registraram criação de 17.210 unidades, uma queda de 1,3% frente ao mês anterior. A criação de Empresas Individuais avançou 3,1%, com um total de 15.436 novos negócios em maio.

O Sudeste lidera o ranking de nascimento de empresas, com 414.018 novos negócios abertos entre janeiro e maio de 2015 ou 50,3% do total. Na sequência estão a Região Nordeste, com 18,3%, a Região Sul, com 16,6% de participação, o Centro-Oeste, com 9,5%, e a Região Norte, com 5,3%.

O setor de serviços continua sendo o mais procurado por quem quer empreender: de janeiro a maio de 2015, 504.428 novas empresas surgiram neste segmento, o equivalente a 61,3% do total. Em seguida, 248.488 empresas comerciais (30,2% do total) e, no setor industrial, foram abertas 67.107 empresas (8,2% do total) neste mesmo período.