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Restituição do imposto de renda começa a ser paga na próxima semana

O valor restituído nos meses posteriores ao primeiro lote têm correção pela Selic, a taxa básica de juros, que está atualmente em 6,50%.

A Receita Federal começa a pagara restituição do imposto de renda de 2018 a partir de 15 de junho.
Os pagamentos serão realizados de acordo com a ordem da declaração.
Terão prioridade contribuintes com idade igual ou superior a 60 anos, com prioridade especial aos
maiores de 80 anos, aos contribuintes portadores de deficiÊncia física ou mental, os portadores de
moléstias graves e aos contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.
O calendário dos pagamentos das restituições são as seguintes:
>> 1º lote, em 15 de junho
>> 2º lote, em 16 de julho
>> 3º lote, em 15 de agosto
>> 4º lote, em 17 de setembro
>> 5º lote, em 15 de outubro
>> 6º lote, em 16 de novembro
>> 7º lote, em 17 de dezembro

Vale lembrar que o valor pago nos meses posteriores ao primeiro lote têm correção pela Selic, a taxa
básica de juros, que está atualmente em 6,50%.

5 dicas para empreender com sustentabilidade

Com estratégia e alguns ajustes em processos é possível aumentar a margem de lucro sem mexer no faturamento ou nos gastos da sua empresa.

Evitar o desperdício é um assunto sério para todo empreendedor. Afinal, essa é a maneira mais barata de aumentar o lucro sem mexer no faturamento. Mas se engana quem pensa que eliminar todas as perdas seja um processo tão fácil ou simples de implementar. Para conseguir otimizar ao máximo a produção, o gestor responsável precisa ter muita atenção e estratégia.

Decisões mais óbvias, como reduzir o quadro de funcionários ou comprar insumos mais baratos, podem até diminuir os gastos, mas tendem a ser um verdadeiro tiro no pé. Se a qualidade do produto cai, a experiência do cliente também é prejudicada. E isso leva a uma queda no faturamento.Por isso, confira cinco dicas que irão te ajudar a esquadrinhar seu negócio de maneira segura em busca de mais produtividade:

1. Produza apenas o necessário
A superprodução é uma das grandes vilãs. Além de sobrecarregar o estoque, gerando mobilização de ativos, ela ainda pode ser um sinal de que você está gastando mais do que deveria com mão de obra e maquinário. O ideal é que sua manufatura acompanhe a demanda real, ou seja, se organize para produzir apenas o que será vendido. Normalmente, a superprodução é controlada com a redução da capacidade de equipamentos e reavaliação dos processos e fluxos do seu negócio.

2. Estoque otimizado
Estoque parado é sinônimo de prejuízo. Produtos acumulados podem ser perdidos por diversos motivos, como prazo de validade, armazenagem inadequada ou mesmo porque “passou a moda”. Estocar muito insumo ainda vai exigir um espaço maior e mais gasto com gestão. O ideal é manter a agenda de compras e de produção sistematizadas e planejadas; isso pode significar fazer compras semanais, de acordo com a demanda. Assim, você conhece melhor seu histórico e tem uma estatística mais segura do que gasta. Caso o empecilho para manter estoques menores seja a facilidade de compra, uma boa opção são os grandes atacados que fazem vendas online, como o Makro Food Service. Pela internet ou pelo telefone, o empreendedor pode encomendar o que precisa dos mais de 2.500 produtos disponíveis.

3. Sistematize a entrega
Tudo o que é transportado sem necessidade ou de maneira incorreta reduz a margem de lucro da empresa. Quando ocorrem perdas ou danos à mercadoria no caminho até o cliente, você perde dinheiro. Será preciso repor o produto, custear a entrega novamente e contornar a insatisfação do consumidor. Por isso, trace muito bem o que precisa ser entregue e como e quando isso será feito. Conheça também o método e o histórico de trabalho da transportadora que você escolher como parceira. Mais uma vez, o planejamento é a chave de processos eficientes.

4 . Elimine falhas
Eventuais problemas nos processos produtivos e a baixa qualidade de insumos tendem a acabar em produtos com defeitos, avarias, além de retrabalho. Nesses casos, o prejuízo acontece em várias frentes, já que há perda de matéria-prima, do tempo de trabalho da sua equipe, de uso dos equipamentos e até mesmo nos custos para o descarto do produto com defeito. Reduza as falhas padronizando os processos, estabelecendo procedimentos mais assertivos para a operação e treinando continuamente sua equipe. Além disso, não economize na qualidade de insumos que interferem diretamente na sua mercadoria ou serviço. E isso não quer dizer focar nos produtos de marcas mais conhecidas, mas experimentar os produtos de novas marcas, assegurar sua qualidade e os preços mais competitivos, manter a qualidade do seu produto e acabar aumentando sua margem de lucro.

5. Organize e ajuste processos
Antes de mais nada, é essencial que o espaço físico da sua empresa esteja organizado. Quando tudo está no seu devido lugar e os fluxos são bem estabelecidos, o rendimento do trabalhador é maior e melhor. A sistematização colabora ativamente para reduzir desperdícios com perda de material, erros e tempo de trabalho. Organize também o processo produtivo do seu negócio. Procedimentos adicionais que não geram valor agregado ao que será entregue ao cliente devem ser eliminados. Mantenha apenas o que, de fato, interfere positivamente na experiência do consumidor.

9 dicas essenciais para novos empreendedores

Elaborar uma lista com dicas para novos empreendedores é como priorizar conselhos para quem se tornará pai ou mãe pela primeira vez. Como quase tudo pode, e vai, acontecer durante a sua jornada nos negócios, essas dicas servem como uma boa base para construir uma companhia.

É importante que empresários estejam preparados para os diversos obstáculos que vão surgir, desde o relacionamento com parceiros e funcionários a problemas financeiros. As lições incluem trabalho em equipe, networking, atitudes de liderança e como lidar melhor com dinheiro.

Veja, abaixo as 9 dicas essenciais para novos empreendedores:

1) Tenha parceiros diversos e confiáveis

Uma das lições mais importantes que um empreendedor deve aprender é que não há problema em ser exigente na escolha de colegas de trabalho e funcionários. Sempre que possível, busque diversidade nos seus parceiros, em diversos níveis, não só de descendência e de gênero, mas com experiências, origens e educações diferentes. Insista em trabalhar com pessoas confiáveis, até mesmo quando se tratar de coisas menores.

2) Construa e participe de uma cultura de aprendizagem

Empreendedores bem-sucedidos entendem que sempre haverá falhas no conhecimento e na experiência. Embora elas não possam ser completamente solucionadas, podem ser combatidas por meio do comprometimento com uma aprendizagem contínua. Invista em treinamentos de desenvolvimento profissional para você e sua equipe, além de tirar vantagem dos recursos à sua volta, como publicações da indústria e network profissional.

3) Respeite a importância do network profissional

Muitos novos empreendedores subestimam a importância de networks profissionais e os negligenciam ao longo do tempo. A tendência natural é dedicar toda a atenção para a companhia em si, mas construir uma comunidade profissional robusta é uma das melhores formas de ajudar um negócio recém-inaugurado. Você irá ganhar novos insights sobre a indústria e seus competidores. Faça um marketing eficiente da sua marca e crie relações que podem se transformar em parcerias, colaborações ou, até mesmo, oportunidades de emprego.

4) Lembre-se de que cada interação é uma representação da sua marca

Como dono do negócio, você é responsável pela imagem da marca ao realizar cada interação. Isso inclui conversas com clientes no escritório, em entrevistas de emprego e no happy hour depois de uma longa semana de trabalho. Suas palavras e ações podem ter um impacto significativo nos funcionários, na empresa e nos seus parceiros.

5) Dissemine seus valores

Empreendedores têm uma oportunidade única de compartilhar o valor de suas experiências com os outros. Contate veículos e se ofereça para escrever artigos baseados na sua especialidade e conhecimento. Muitos deles precisam de conteúdo e, como bônus, você enriquecerá a marca da sua organização enquanto divulga informações valiosas.

6) Aceite o fracasso

Ninguém entra no mundo dos negócios com o pensamento em falhar, mas contratempos fazem parte das nossas vidas. Como podemos combater essa realidade? Faça o mesmo que os empresários mais admirados e use cada fracasso como uma oportunidade de aprendizado. Reconheça que essas situações, na verdade, oferecem chances que não seriam apresentadas caso tudo ocorresse como o planejado. Tire o melhor delas.

7) Pratique e exija honestidade

Um erro que muitos líderes inexperientes cometem é omitir dificuldades de desenvolvimento do seu time, pois não querem dar más notícias ou por pensar que, ao mentir, conseguem protegê-lo. Não caia nessa armadilha. A melhor forma de liderar é com honestidade e transparência em todos os momentos, e é necessário exigir o mesmo dos funcionários.

8) Examine as suas finanças, especialmente o fluxo de caixa

Talvez seja tarde demais se o seu negócio estiver em uma má situação financeira. Não espere a compreensão dos funcionários quando não conseguir pagar salários ou de investidores depois de demonstrar que a empresa não consegue gerenciar suas contas. A única forma de evitar ser mais uma das startups que encerraram as operações por falta de dinheiro é ser proativo em relação à monitoração do fluxo de caixa, frequentemente, desde o início.

9) Aprenda a valorizar o seu tempo pessoal

Os negócios são importantes, mas não são a sua vida inteira. Você ainda tem amigos, familiares e hobbies que merecem atenção. Não deixe que o desejo de dar o seu melhor à companhia seja a causa de um fracasso prejudicial ao futuro do negócio. Comprometa-se a usar o seu tempo livre sempre que possível para que, quando retornar ao escritório, esteja pronto para alcançar mais objetivos do que nunca.

VAI INVESTIR NO PRÓPRIO NEGÓCIO EM 2018? Conheça os setores que estão bombando.

Estudo do Sebrae mostra segmentos com maior potencial de expansão de Micro e Pequenas Empresas (MPE) e 
Microempreendedores Individuais (MEI) este ano

O sonho ou a ideia de ter um negócio próprio é compartilhado pela maioria dos brasileiros.
 Antes de seguir por esse caminho vem sempre a pergunta clássica: mas em que investir? 
A resposta não é simples, pois envolve uma série de fatores, entre os quais a análise de tendências de consumo e de
comportamento dos consumidores.

Para tentar ajudar os empreendedores em sua decisão de investimento, o Sebrae faz, a cada ano, um levantamento de setores promissores. Em 2018, os segmentos de atividade com maior chance de sucesso, segundo o estudo, são negócios voltados para o atendimento das necessidades básicas da população (alimentos, vestuário e construção) e novos investimentos.

O estudo também aponta para um aumento na preocupação com a aquisição de produtos e serviços de melhor qualidade e daqueles associados às mudanças de longo prazo da sociedade, em especial, nas áreas de saúde, educação, informática e serviços.

É bom frisar que o objetivo do Sebrae, com o referido levantamento, não é sugerir segmentos que podem resultar em alta lucratividade, mas sim levantar atividades com maior potencial de expansão de pequenos negócios em 2018. Confira algumas:

Alimentos e bebidas – lanchonetes; casas de chá, sucos e similares;  fornecimento de alimentos preparados; fabricação de produtos de padaria e confeitaria; serviços ambulantes de alimentação, entre outros.

Vestuário e calçados – confecção de peças do vestuário, inclusive as sob medida; comércio de vestuário e calçados.

Construção – pequenas reformas (obras de alvenaria), instalação e manutenção elétrica, serralheria, comércio de material de construção, serviços de pinturas, etc.

Saúde – atividades de condicionamento físico, serviço de diagnóstico por imagem,  atividades de fisioterapia, ensino de esportes, instituições para idosos e serviços veterinários (saúde para PET).

Educação – educação infantil, treinamento profissional/gerencial, transporte escolar e ensino de esportes.

Serviços pessoais – cabeleireiros, manicure e pedicure, atividades de estética e beleza, comércio de cosméticos, etc.

Entretenimento – casas de festas e eventos, organizações de feiras, congressos, exposições e festas, etc.

Técnica x Gestão

Os desafios de migrar da carreira técnica para a de gestão

 

IMD Suíça Genebra Negócios

Sede do IMD na Suíça: professor da escola de negócios falou sobre os desafios de mudar de uma carreira técnica para a de gestão

Bárbara Nór, da VOCÊ S/A

Em entrevista à VOCÊ S/A, o professor americano Stewart Black, da escola de negócios suíça IMD, explica quais são os desafios para os profissionais que queiram migrar da carreira técnica para a de gestão

Quais são as principais dificuldades que os profissionais enfrentam durante a transição?

Um dos desafios é justamente abrir mão de ser apenas um expert. O que costuma ocorrer é uma mudança de demandas. Se antes iam até o profissional com perguntas e problemas práticos, agora o profissional é quem tem de perguntar as coisas — e deixar os outros resolver.

Outro problema é essa pessoa prestar muita atenção nas áreas em que é especialista, deixando de lado as demais. É basicamente uma transição da prática para a estratégia.

Que habilidades os especialistas precisam desenvolver quando assumem o papel de líder?

A principal é aprender a elaborar boas questões e dar aos outros a chance de fazer o que precisa ser feito. Até então, essas pessoas eram solucionadoras de problemas — agora precisam escolher quais problemas têm de ser resolvidos e deixar que os outros façam isso.

É necessário também mudar a perspectiva: antes, eles olhavam além de três meses; agora, devem prestar atenção nas questões imediatas e assegurar que o negócio seja bem-sucedido no longo prazo.

O que levar em conta antes de migrar para a gestão?

Entender que um profissional que era muito bom em sua área não necessariamente será um bom gerente. É uma escolha pessoal, e é preciso ser bem honesto, porque nem todo mundo é capaz ou tem essa disposição.

Talvez você possa aprender a comer com a mão esquerda se estiver realmente motivado, mas, se não houver um desejo real de fazer isso, vai ser só muito chato e trabalhoso. Muitas vezes, o profissional quer ser líder só porque isso parece mais glamuroso — e aí todos sofrem com a decisão errada.

Brasil é 92º colocado em ranking mundial de empreendedorismo

Divulgada durante a abertura da Semana Global do Empreendedorismo, pesquisa GEI mostra que Brasil evoluiu nas oportunidades de negócios

escada, crescimento, empresas, empreendedor (Foto: Divulgação)

De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Index 2016 (GEI), o Brasil está em 92º colocado no ranking mundial de empreendedorismo. Realizado pela Rede Global de Empreendedorismo e o Instituto GEDI (Global Entrepreneurship and Development Institute), estudo foi divulgado durante a abertura da Semana Global de Empreendedorismo, que aconteceu segunda-feira, 19/11.

Avaliando 132 países, a pesquisa utilizou diferentes indicadores para a realização da lista, que tem ocupando os três primeiros lugares os Estados Unidos, Canadá e Austrália. Em comparação com a edição de 2015, o Brasil subiu oito posições, ocupando agora a 92ª colocação – três posições acima em relação à América Latina.

Segundo dados do estudo, o avanço do Brasil é atribuído a aspectos como “percepção de oportunidade” e “cultura empreendedora”. Mas, apesar da evolução, o país ainda está atrás de 15 países da América Latina, como Chile, Colômbia e Argentina.

Para subir no ranking, a pesquisa aponta que o Brasil deve focar em internacionalização, inovação de produto, capital humano e processo de inovação.

Lei facilita contratação de pequenas empresas em projetos do governo

Para simplificar a contratação, o decreto prevê que licitações de até R$ 80 mil serão exclusivas para micro e pequenas empresas

A presidente Dilma Rousseff assinou nesta terça-feira, 06, um decreto que beneficia as micro e pequenas empresas em serviços do governo federal. “Daremos prioridade aos pequenos negócios, que têm grande capacidade”, afirmou.

Para simplificar a contratação das micro e pequenas empresas, o decreto prevê que licitações de até R$ 80 mil serão exclusivas para micro e pequenas empresas, que também terão preferência em empate de licitações. “Decreto que assinei busca reconhecer e auxiliar o pequeno empresário”, disse.

Sobre a legalidade fundiária, que deixa de ser exigida para pequenas empresas, a presidente justificou a decisão ao ressaltar que não é possível exigir este tipo de comprovação porque alguns lugares foram ocupados ilegalmente. “Não tem como exigir legalidade fundiária em favelas e lugares mais simples”, frisou a presidente.

Em um discurso com várias referencias ao ex-ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif, a presidente o convidou para ser o coordenador do conselho do programa Bem Mais Simples.

As funções que eram atreladas à secretaria comandada por Afif passarão a ser geridas pela secretaria de governo, comandada por Ricardo Berzoini, após a reforma ministerial. “Optei por tal solução porque quero acompanhar de perto a atividade da secretaria, vamos intensificar ainda mais o programa Bem Mais Simples”, ressaltou.

Ao lado também do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, Dilma elogiou, na cerimônia, a iniciativa da capital federal de lançar o programa. “O DF se torna pioneiro na melhoria do ambiente de negócio”, disse. Ela afirmou ainda que o Brasil precisa passar rápido por este momento de travessia.

“Quanto mais rápido fizermos a travessia, melhor para o Brasil, uma das pontes é simplificar e buscar trabalhar unidos pelo interesse do país”, disse.

5 dicas infalíveis para sua loja chamar a atenção dos vizinhos

É preciso criatividade para inovar e se destacar da concorrência

Conquistar clientes é uma das tarefas mais difíceis para pequenas empresas. Não basta apenas ter um bom produto ou serviço para que as pessoas façam fila para comprar no seu negócio. É importante pensar sua estratégia de marca, usando a criatividade para inovar e se destacar.

O caminho escolhido por Eder Camargo Pais, proprietário do Centro Técnico Eder Camargo, um salão de beleza localizado em Heliópolis, São Paulo, foi a tecnologia. A maioria dos agendamentos do negócio é feita online: 80% entram em contato por mensagem no Facebook e 10% marcam pelo WhastApp.

Segundo o empreendedor, outro diferencial é estar disponível 24 horas por dia. “As pessoas trabalham o dia todo e quando elas ligam eu atendo. Uma enfermeira que trabalha até às 23h, por exemplo, se ligar, eu atendo. É preciso fidelizar, pois as pessoas voltam quando confiam”, diz.

Fidelizar também é a estratégia de Marcello Marcondes, proprietário do MM Hair Salon, no Horto Florestal, em São Paulo. Ele criou o chamado Corte Programado. Voltado para o público masculino, o serviço tem mensalidade de R$ 120 e dá direito a quatro cortes ao mês e cortesias como cerveja. “Para se diferenciar de outros salões é preciso ter preço e espaço diferenciados”, afirma Marcondes.

A prova de que cada detalhe pode fazer a diferença faz com que Denise Odermatt, proprietária da Stans Chocolates, loja especializada em chocolates artesanais em Brasília, nunca descuide da apresentação do negócio e de seus produtos. “Eu pesquiso muito e reparo sempre que vejo alguma caixa ou embalagem diferente”, diz a empreendedora.

Pais, Marcondes e Denise são apenas três exemplos dos milhões de empreendedores brasileiros que dependem de seus vizinhos para que o negócio cresça. Para ajudá-los, o Sebrae lançou neste ano o Movimento Compre do Pequeno Negócio, que será comemorado no dia 5 de outubro e tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de escolher micro e pequenas empresas na hora de consumir. Veja abaixo outras dicas dos empreendedores para chamar a atenção dos vizinhos.

1. Capriche na decoração

Tapete vermelho, fumaça, iluminação e decoração especial para noivas e debutantes são algumas práticas de Pais que deixam o Centro Técnico Eder Camargo preparado para receber as clientes.

Já para Denise, a disposição dos produtos na loja é essencial para chamar a atenção. Em datas comemorativas como a Páscoa, por exemplo, a empreendedora decora a vitrine com mais empenho para não perder a clientela.

2. Invista em novidades

Buscar inspiração e se atualizar também precisam fazer parte da rotina de qualquer empreendedor. Marcondes explica que está investindo no visagismo – técnica de análise do rosto para definir o corte – para atrair o público feminino. “É um diferencial competitivo tanto para um cabelereiro quanto para o cliente”, conta.

3. Treine sua equipe

Um bom atendimento é indispensável para qualquer tipo de empresa. A Stans Chocolates, por exemplo, trabalha com mais de 60 produtos, entre bombons e barras de chocolate. Por isso, os funcionários são treinados para identificar o perfil do cliente e oferecer item mais adequado.

4. Escute a clientela

A opinião dos clientes pode fazer com que seu negócio cresça e apareça. O salão de Pais recebe muitas noivas e debutantes que costumam pedir decorações para realizar o making-of no salão. Segundo o empreendedor, os pedidos ajudam a melhorar o serviço e se destacar da concorrência.

5. Não esqueça o networking

Uma caminhada pelo bairro pode ser uma maneira simples de divulgar o seu negócio e conquistar mais clientes. “Moro na região do salão e quando vou à padaria conheço todo mundo. Sempre encontro alguém e acabo marcando horário”, explica Marcondes.

Afinal, quais impostos uma pequena empresa deve pagar?

Esta pergunta leva praticamente todos a responderem da mesma forma: “as pequenas empresas devem pagar o Simples Nacional”.

Sim, isto não deixa de ser verdade, mas a resposta é muito mais complexa e demanda uma reflexão profunda, com risco de você empresário, perder dinheiro, por desconhecimento ou comodidade.

Inicialmente vamos tratar um pouco do Simples Nacional. Este é um regime tributário diferenciado, aplicável às Microempresas e às Empresas de Pequeno Porte, com faturamento anual máximo de R$ 3.600.000,00.

No Simples, a empresa paga mensalmente todos os tributos em um único documento de arrecadação. Desta forma, o pagamento unificado compreende o IRPJ, a CSLL, o PIS, a COFINS, o IPI, o ICMS, o ISS e o INSS.

Apesar do nome, o Simples Nacional não é tão simples assim e requer conhecimento da legislação para que os empresários não se cometam irregularidades, não paguem tributos a mais e nem fiquem expostos a questionamentos fiscais. Em linhas gerais, a empresa deve aplicar um percentual estabelecido em Lei para calcular o montante do tributo devido e neste ponto surge o ponto crucial de análise:

Atividade

Alíquota Mínima

 Alíquota Máxima

     Comércio              4%             11,61%
     Indústria              4,5%             12,11%
     Locação de bens              6%             17,42%
     Serviços              4%             16,85%
     Serviços profissionais               16,93%             22,45%

 

Os percentuais das alíquotas variam de acordo com a atividade e com o faturamento dos últimos 12 meses da empresa.

De acordo com a tabela acima, fica evidente que as alíquotas iniciais são baixas, entretanto tornam-se extremamente onerosas para quem possui um faturamento próximo ao limite máximo.

O optante pelo Simples goza de outras vantagens, como facilidade para apuração mensal dos tributos, poucas obrigações acessórias, dispensa da manutenção de uma contabilidade de acordo com as Leis Comerciais etc.

Apesar destas facilidades, o empresário precisa conhecer e analisar as alternativas legais para a eventual economia de tributos: o Lucro Presumido e o Lucro Real.

Uma empresa optante por estes regimes está sujeita ao pagamento de todos os tributos separadamente, entretanto, dependendo de algumas variáveis, o somatório de todos estes tributos pode resultar em carga tributária inferior à do Simples.

Destacamos algumas destas variáveis:

1. Qual é a atividade da sua empresa? Dependendo da resposta, a alíquota do Simples pode ser extremamente alta, quando comparada com o Lucro Presumido e o Lucro Real;

2. Quanto custa a sua folha de pagamentos? Quanto mais onerosa a sua folha de pagamentos, mais atrativo se torna o Simples, haja vista que no Lucro Presumido e Real o INSS corresponde a aproximadamente 20% deste montante;

3. Qual a lucratividade da sua empresa em relação ao faturamento? No Lucro Presumido, o IRPJ e o CSLL são calculados com base em uma presunção de lucro que pode variar de 1,6% a 32%. Já no Lucro Real, estes tributos devem ser pagos de acordo com o volume do Lucro auferido, ou seja, não há pagamento de IRPJ e CSLL se a empresa não auferir lucro;

4. Quais seriam as alíquotas do ICMS e do IPI, caso a sua empresa não fosse optante pelo Simples? Estes tributos em geral possuem elevadas alíquotas e podem ser o fator decisivo na tomada de decisão. Apenas não se esqueça de que as compras de mercadorias e insumos conferem o direito ao crédito destes tributos, ou seja, o ônus tributário recai apenas sobre a margem aplicada.

No Lucro Presumido há obrigatoriedade de manutenção da contabilidade apenas para distribuição de lucro superior aos percentuais de presunção do lucro. Já no Lucro Real, a empresa deve manter mensalmente uma contabilidade adequada às Leis Comerciais. Em ambos os casos há obrigatoriedade de cumprimento de inúmeras obrigações acessórias.

Em resumo, a escolha do melhor regime tributário demanda muito conhecimento da legislação tributária e das peculiaridades de cada negócio. Neste complexo ambiente da legislação tributária brasileira não existe uma resposta pronta e não há espaço para amadores.

Esta análise deve ser realizada anualmente e um erro na tomada de decisão pode prejudicar a sua competitividade e por em risco a saúde financeira do seu negócio.

Marcus Vinicius Montanari é sócio de Impostos da PP&C Auditores Independentes

Fonte: Exame.com

O ERP como aliado da gestão fiscal das pequenas empresas

Diante da complexidade da legislação fiscal brasileira, gerenciar a área fiscal de uma empresa tem se tornado uma tarefa cada vez mais difícil. A obrigação da prestação de contas dos livros fiscais por meios digitais, imposto pelo governo brasileiro em todas as suas esferas, exige que as empresas tenham acesso a ferramentas que permitam trabalhar neste novo modelo. E é nesse momento que entram os sistemas integrados de gestão empresarial (ERPs).

Os bons fornecedores de sistemas de gestão vêm acompanhando a evolução da legislação e, ao mesmo tempo, atualizando suas soluções para que seus clientes estejam sempre em dia com suas obrigações fiscais. E isto vale também para as pequenas empresas. Um bom ERP, além de possuir recursos para o gerenciamento da gestão, deve conter ferramentas de controle fiscal que permitam a prestação de contas de maneira segura e correta.
A garantia do pleno funcionamento de uma solução para o departamento fiscal deve ser 100%, pois ela estará integrada diretamente aos sistemas de: SPED (Sistema Público de Escrituração Digital); Nota Fiscal Eletrônica – NFe; e Emissor de cupom fiscal, utilizado para transações comerciais.
Com base neste panorama, seguem algumas dicas para garantir o bom gerenciamento das obrigações fiscais:
1. Manutenção do cadastro básico de clientes, fornecedores, endereços, cidades e etc.
2. Correta configuração e manutenção dos cadastros de alíquotas de todos os impostos que incidem sobre o segmento da empresa, conforme o seu enquadramento perante o fisco.
3. Emissão de notas fiscais eletrônicas (NFe) em todas as operações de faturamento e devolução, garantindo a correta baixa dos produtos em estoque e também a integridade da gestão do inventário.
4. Garantia da integridade de todas as movimentações de entrada e saída da empresa. Os processos e procedimentos que movimentam valores, produtos e serviços devem ser devidamente registrados para a correta apuração dos livros fiscais no fim de cada exercício.
Realizar a gestão tributária em um sistema integrado de gestão minimiza riscos e proporciona uma evolução nos processos de gestão. O acompanhamento passa a ser mais eficiente e com um alto grau de controle.
Utilizando o potencial de um bom ERP, as pequenas empresas conquistam flexibilidade e segurança na gestão do seu negócio, permitindo assim voos mais altos, minimização de riscos e perdas a fim de manter o equilíbrio e a competitividade perante o mercado.