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BANCOS CRIAM NOVA FORMA DE PAGAMENTO: O CREDIÁRIO NO CARTÃO

A modalidade, anunciada na última semana pela associação de empresas do setor, vai permitir o alongamento de prazos de pagamento, que poderão chegar a 36 meses

Ao colocar o cartão em uma maquininha, o consumidor vai se deparar com mais uma maneira de pagar as compras no crédito: o crediário.

A modalidade, anunciada na última semana pela associação de empresas do setor, vai permitir o alongamento de prazos de pagamento, que poderão chegar a 36 meses, e deve facilitar a vida dos lojistas.

No entanto, especialistas e associações de consumidores recomendam cautela no uso do produto e afirmam que ele pode gerar superendividamento se mal utilizado. Após optar pelo crediário, três simulações de financiamento vão aparecer na tela da maquininha.

Na sequência, serão apresentadas ao consumidor todas as informações da compra, como os juros cobrados e o valor total da transação. As taxas vão variar de 0,99% a 3,99% ao mês, de acordo com o número de parcelas e o perfil de crédito do consumidor. Os limites devem ser os mesmos do cartão de quem faz a compra.

O valor devido no crediário é subtraído do limite e vai sendo liberado conforme as prestações vão sendo pagas. A novidade do produto é que o ônus da operação deixa de ficar com o lojista. Quando uma transação é realizada no crédito à vista ou no “parcelado sem juros”, o dono do estabelecimento recebe o valor em um prazo a partir de 30 dias.

Caso queira antecipar o recebimento, paga taxa de desconto. Com a nova modalidade, o risco da operação passa a ser do banco emissor do cartão. O lojista recebe em até cinco dias úteis.Isso, segundo Rodrigo Carneiro, diretor de produtos da Rede, cria dois cenários positivos.

O pequeno estabelecimento que, pelas altas taxas, não conseguia oferecer alternativa de parcelamento mais longa ao consumidor, ganha uma opção. E, como o lojista receberá em um prazo mais curto, permite que o comprador barganhe descontos.Segundo o coordenador do laboratório de finanças da Fecap, Márcio Wu, a opção é bem vinda por ser mais uma alternativa para o consumidor.

No entanto, deve ser evitada, já que o ideal é que o comprador se organize para pagar à vista. “Caso não seja possível pagar à vista, o consumidor deve negociar um bom desconto na nova modalidade.”

Marcelo Kopel, diretor do Itaú Unibanco, acredita que o produto vai permitir que o consumidor tenha acesso a bens de maior valor agregado com uma parcela mensal menor.Já a planejadora financeira certificada pela Planejar, Angela Nunes, ressalta que o alongamento dos prazos em parcelas menores pode causar descontrole orçamentário. “Evite se endividar por compras que não são essenciais à sua vida”, diz.

fonte: revistapegn

PEQUENOS NEGÓCIOS GERARAM 72% DOS EMPREGOS DO PAÍS EM FEVEREIRO

O resultado do mês, de preenchimento de 125,2 mil postos de trabalho, é o melhor dos últimos quatro anos.

 

O saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios em fevereiro representou 72,3% do total de vagas abertas no país, revela o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). É o maior saldo registrado para este mês nos últimos quatro anos. Segundo levantamento do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), baseado nos dados do Caged, foram preenchidos 125,2 mil postos de trabalho, resultado quase três vezes e meia maior que o saldo apresentado pelas médias e grandes empresas (MGE), que somaram 36,5 mil.

“Esses empreendedores são o negócio do futuro. Os pequenos negócios geram emprego, dão resultado e transformam a realidade nas comunidades onde estão inseridos e no país como um todo, com renda e oportunidade”, afirma o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa. Segundo o Caged, no total foram gerados 173.139 empregos formais celetistas em fevereiro, computando-se também o saldo das empresas da Administração Pública.

As micro e pequenas empresas já acumulam no primeiro bimestre deste ano um saldo de 189,5 mil vagas, 14% acima do mesmo período do ano passado e quase 17 vezes mais que o saldo acumulado pelas médias e grandes corporações nos primeiros dois meses deste ano. Os pequenos negócios do setor de Serviços foram os que mais empregaram em fevereiro, com 75,8 mil postos de trabalho. Destacaram-se nessa área os empreendimentos do segmento de Ensino, contratando 27 mil novos profissionais, e as do ramo imobiliário, criando 18,5 mil novos empregos.

Considerando o primeiro bimestre, os pequenos negócios do setor de Serviços também foram os que mais contrataram, preenchendo mais de 117,4 mil vagas. Em segundo lugar, destacaram-se as MPE da Indústria de Transformação, com a criação de 53,2 mil postos de trabalho. Já as empresas que atuam no Comércio registraram um saldo negativo de 27,9 mil de empregos, contra 31,9 mil demissões feitas pelas médias e grandes corporações. Isso significa que que nesta área houve mais desligamentos do que admissões.

São Paulo foi o estado brasileiro em que as micro e pequenas empresas mais geraram empregos em fevereiro, com 41,3 mil empregos, respondendo por 33% do total de postos de trabalho gerados pelas MPE no país nesse mês. Em seguida, aparecem Minas Gerais (16,4 mil), Santa Catarina (10,8 mil) e Rio Grande do Sul (10,1 mil). Em função disso, as regiões que se destacaram na criação de novas vagas em fevereiro deste ano foram a Sudeste (66,1 mil) e a Sul (31 mil).

fonte: revistapegn

 

PÁSCOA É OPORTUNIDADE PARA EMPREENDER

Em 2018 foram produzidas mais de 11 mil toneladas de produtos especializados; confira dicas para faturar durante o período.

Páscoa é considerada a melhor data para a indústria de chocolate porque gera um aumento significativo na produção e em empregos temporários, aquecendo a economia e movimentando o varejo. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB), em 2018 foram produzidas mais de 11 mil toneladas de ovos e produtos de Páscoa, número 26% maior que o registrado no ano anterior.

Os dados mostram que o momento é próspero não só para as grandes empresas, mas também para pequenos e microempreendedores. De acordo com o Portal do Empreendedor, o Brasil possui mais de seis mil MEI (Microempreendedores Individuais) formalizados no setor e, em Minas Gerais, são cerca de 800, que podem faturar mais durante o período.

Como qualquer negócio, é preciso ter alguns cuidados na hora de produzir e, sobretudo, comercializar o produto. Para o analista de marketing do Sebrae Minas Gilmar Chagas, é preciso estar preparado para aproveitar o momento. ”A páscoa é uma data sazonal de bastante movimento no mercado de doces, frutas cristalizadas, trufas, bombons e tudo que deixa esse período com sabor de chocolate, mas é preciso estar preparado”, alerta.

Principais dicas:

Aprenda o processo de fabricação, mas lembre-se que para isso é preciso se capacitar;
Busque informações se na sua cidade estão disponíveis todos os ingredientes para a fabricação ou se será necessário comprar em outro local;
Faça uma planilha de custos que envolva toda a produção. (O Sebrae oferece oficina de preço de venda e consultoria de finanças);
Não fique apenas na produção do tradicional ovo, use a criatividade na criação de receitas inovadoras com frutas, castanhas e caldas;
Capriche na embalagem e utilize os meios digitais para divulgação, com fotos que despertem o paladar através do olhar. O ideal é gravar vídeos curtos e aproveitar os canais das redes sociais (Instagram, WhatsApp, Facebook);
Aproveite para fazer também a estratégia de venda da porta a porta (para isso, prepare o seu argumento para convencer o público que irá consumir), comece com amigos, porta de escolas, ponto de ônibus, saída e entrada de supermercados;
Faça parcerias (veja se salões, mercearias do seu bairro podem vender o seu produto em sistema de consignação, é mais uma opção);
Explore possibilidades (no seu bairro, rua ou condomínio), descubra as preferências dos clientes e invista e os surpreendam.

 

fonte: revista pegn

Google, Apple e mais estas empresas não exigem diploma

Longe de baixar o nível das exigências para as contratações, as empresas têm focado nas habilidades dos profissionais. Entenda a tendência

Por Suria Barbosa, do Na Prática  

Já ouviu falar de empresas que não exigem diploma de graduação na hora da contratação? Essa é uma tendência que se expande pelo mercado de trabalho mundial, principalmente nos grandes centros de tecnologia, como Estados Unidos.

Mas aqui no Brasil algumas companhias já aderiram à prática. Existem motivos e benefícios para ambos os lados. Quer saber por que e conferir uma lista das que já fazem isso por aqui? Confira abaixo!

Por que essa é uma tendência?

As seleções que não exigem graduação, na realidade, se baseiam em habilidades-chave. De um lado, para as empresas, isso é vantajoso porque aumenta o número de possíveis candidatos para suas vagas, o que significa que ela tem uma gama maior de profissionais dentre os quais selecionar.

A tendência começou nos grandes centros de tecnologia, como Estados Unidos. A motivação principal foi uma escassez de especialistas até para compor um processo seletivo com número razoável de participantes. Daí, então, expandir o número de pessoas que podem se candidatar, é uma medida para que não falte mais profissionais.

Porém, isso não quer dizer que os filtros estão mais “frouxos” nessas seleções. Simplesmente, o que vale mais é o nível que a pessoa possui nas habilidades relevantes à oportunidade. Para compensar, essas companhias passaram a avaliar com mais afinco esse tipo de quesito.

Então, enquanto diminui a exigência da graduação, cresce a necessidade de saber mostrar as competências – técnicas, comportamentais, analíticas – que o cargo exige. Por conta disso, muitas vezes, principalmente em vagas mais técnicas, os profissionais fazem treinamentos informais, para complementar gaps de conhecimento prático, por exemplo.

Essa prática se expandindo, no entanto, não significa que a graduação seja uma perda de tempo, esteja desvalorizada, ou tenha perdido sua importância na composição de repertório de um profissional. A tendência mostra apenas que o ensino superior não é mais o único aspecto decisivo em um currículo – outros fatores contam hoje, e muito, como é o caso das competências socioemocionais.

No Brasil, a “moda” ainda não pegou completamente e, em muitas vezes, os diplomas ainda têm efeito decisivo na contratação. Mas algumas empresas já aderiram por aqui à política de não exigir graduação.

6 empresas que não exigem diploma

#1 Google

A gigante de tecnologia foi uma das primeiras grandes empresas a aderir à tendência de recrutamento. Lá, não é preciso ser graduado para se aplicar nas vagas efetivas. Desde que o candidato tenha experiência prática equivalente aos cursos indicados por eles, seu currículo será considerado.

#2 IBM

Outra representante do ramo de tecnologia. Entre 2016 e 2017, por exemplo, mais de um terço dos recém-contatados pela IBM não tinha formação nos moldes universitários tradicionais.

#3 Stone

Nos processos seletivos da Stone, companhia do mercado de pagamentos que em 2018 se juntou ao restrito ranking das startups unicórnio brasileiras, quem não tem graduação pode participar. A empresa, inclusive, está com inscrições abertas para o programa Recruta Stone. Saiba mais por aqui!

#4 Apple

Na Apple, algumas posições mais técnicas exigem formação relevante, mas muitas das oportunidades selecionam também dentre candidatos que não têm diploma, mas possuem as habilidades necessárias, frequentemente comprovadas por outras experiências.

#5 C6 Bank

Em fase de iniciar suas operações no país, o banco digital C6 Bank está montando seu time. Atualmente busca profissionais de acordo com experiência e conhecimentos relevantes.

#6 PwC

A PricewaterhouseCoopers, mais conhecida como PwC, não exige superior completo em muitas de suas oportunidades. Em cargos em que não julga o diploma obrigatório, a empresa se dedica a desenvolver profissionais, principalmente em fases iniciais de carreira.

 

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/google-apple-e-mais-estas-empresas-nao-exigem-diploma/amp/

PEQUENOS NEGÓCIOS MELHORAM O ÍNDICE DE INOVAÇÃO DO BRASIL

Ranking reúne 126 países e é publicado anualmente

Inovacao (Foto: Reprodução)

Os pequenos negócios são importantes para a economia brasileira à medida que são a maioria das empresas formais (98,5%), participam com 27% do PIB e são os que mais empregam (54,5%) no país. Mas não é só isso: eles são estratégicos ao assegurar a melhoria dos índices de inovaçãocompetitividade.

Em 2018, o Brasil subiu do 69º lugar para o 64º – melhor posição desde 2014, do Índice Global de Inovação. O ranking reúne 126 países e é publicado anualmente pela Universidade Cornell, pelo Insead e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. Parte desta conquista é esforço das micro e pequenas empresas.

Nesse contexto, o Sebrae vem atuando para promover o acesso e fomentar a inovação pelos pequenos negócios. Em 2017, a instituição investiu cerca de R$ 304 milhões em iniciativas de inovação. Neste ano, já foram aplicados R$ 245 milhões em ações e programas como as incubadoras; InovAtiva – programa gratuito de aceleração de startups; Like a Boss – competição para fortalecer o ambiente das empresas com foco digital; e o Sebraetec, que promove o acesso a soluções em sete áreas de conhecimento da inovação.

O Programa Nacional de Encadeamento Produtivo tem mais de 270 projetos em todo o país que promovem a aproximação entre grandes e médias empresas e pequenos negócios em diversas cadeias de valor. Trata-se de uma relação de ganha-ganha para todas as empresas envolvidas, que admitem avanços em faturamento, gestão, melhoria de processos, produtos e serviços.

Acessar crédito, entretanto, ainda é um desafio para as micro e pequenas empresas que buscam inovação. Pesquisa feita pelo InovAtiva Brasil mostrou que das 1.044 startups entrevistadas, 302 fecharam as portas. Para 40% das startups ouvidas, o acesso a crédito foi o principal motivo apresentado para que elas encerrassem suas atividades.

A startup gaúcha New Tissue é uma das empresas atendidas pelo Sebrae que obteve ganhos ao inovar. Do ramo de biotecnologia, ela faz testes de produtos cosméticos e farmacêuticos em peles artificias. Empresas desse segmento precisam assegurar que seus novos produtos não são nocivos aos seres humanos e existe uma grande pressão para reduzir o uso de animais em testes.

A partir de pesquisas desenvolvidas dentro da Universidade, Bibiana Franzen Matte, CEO, desenvolveu a pele artificial. Atualmente, apenas empresas no exterior fornecem esse tipo de material. “Como tenho uma atuação acadêmica, o Sebrae me mostrou como empresas funcionam e como podemos fazer um modelo de negócio para entrar no mercado”, ressalta.

Simples Nacional

O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas, que permite o recolhimento de todos os tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia. O modelo de tributação garante aos pequenos negócios o tratamento diferenciado previsto na Constituição.

Além da unificação dos tributos, o sistema destaca-se ainda como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte. Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

25 profissões em alta no ano de 2018

O mercado de trabalho está sempre em constante evolução: criação de novos tipos de empregos, aumento na procura de alguns e decrescimento de outros.

Se está pensando em qual curso vai fazer ou mesmo em mudar de ramo, abaixo listamos novas e velhas profissões com salários médios e os motivos de alta, segundo os profissionais de recrutamento do país.

1. Técnico em drones

Formação exigida: não há formação específica, mas existem cursos de treinamentos e uma autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que podem ser exigidos.

Função: pilotar e comandar drones ou aparelhos semelhantes.

Porque está em alta: existem áreas diversas, como Jornalismo ou Agronegócio, que necessitam e contratam estes profissionais.

Salário médio: alguns profissionais autônomos chegam a cobrar R$ 1 mil pela diária.

2. CFOs (Diretor Financeiro)

Formação exigida: Economia, Administração de empresas, Engenharia ou outras semelhantes, com MBA ou pós-graduação.

Função: responsável por todo o setor financeiro, tesouraria, controladoria e tributário, bem como o planejamento e administração de riscos financeiros.

Porque está em alta: empresas estão à procura de profissionais com este perfil que possam reestruturar suas finanças, dívidas e tributação, avaliar investimentos e as alinhem à captação financeira.

Salário médio: R$ 60 mil.

3. Analista Contábil

Formação exigida: Ciências Contábeis com especializações na área.

Função: análise e controle de contas do balanço, análise de custos, planejamento e contabilidade financeira da empresa e auxílio nas tomadas de decisões do negócio.

Porque está em alta: as empresas estão, cada vez mais, utilizando recursos da contabilidade como base para as decisões rotineiras do negócio, o que exige profissionais em contabilidade com bom senso de analise e escolha.

Salário médio: R$ 3 mil.

4. Gerente nacional de vendas

Formação exigida: Administração de empresas ou outras áreas que possam ser específicas ao mercado que a empresa está inserida.

Função: elaborar e dirigir planos estratégicos no setor de vendas de produtos ou serviços do negócio.

Porque está em alta: empresas que preveem mudanças no mercado que participam, procuram este profissional para que possam se atualizar, mantendo ou aumentando seus volumes de vendas.

Salário médio: R$ 20 mil.

5. Conselheiro Consultivo

Formação exigida: Administração de empresas ou semelhantes, com longas experiências em estratégias, finanças e direção de negócios.

Função: representação de acionistas ou aconselhamento aos gestores e dirigentes das empresas.

Porque está em alta: empresas têm aumentado a procura por profissionais externos ao negócio, que sejam bons influenciadores das políticas do meio corporativo.

Salário médio: R$ 20 mil.

6. Comprador

Formação exigida: Administração de empresas, Engenharia, Economia, Comércio Exterior ou áreas relacionadas, com bons conhecimentos em negociação.

Função: dominar todos os tipos de compras, planejar e negociar com fornecedores.

Porque está em alta: muitas empresas, após longos períodos de crise, passaram a controlar e planejar melhor suas compras, com objetivo de reduzir os custos.

Salário médio: R$ 6 mil.

7. Engenheiro/Cientista de dados

Formação exigida: Engenharia, Matemática, Estatística ou TI, com formação específica na área.

Função: realiza análises de dados na rede, com seus conhecimentos agregados em matemática ou estatística, gestão comercial e em softwares específicos.

Porque está em alta: este profissional é capaz de analisar uma grande quantidade de dados disponíveis na internet em big data e propor soluções para as empresas em melhorias internas, como diferenciação e aumento da rentabilidade com seus produtos.

Salário médio: R$ 12 mil.

8. Gerontologia e Geriatria

Formação exigida: Medicina com especialidade em Geriatria, ou para outras áreas como a Psicologia, Nutrição, Serviço Social ou Terapia Ocupacional, que tenham formação específica aos cuidados de idosos.

Função: profissionais da saúde que cuidam do tratamento de doenças, reabilitação funcional e cuidados paliativos em idosos, ou que atuem nos estudos do envelhecimento.

Porque está em alta: esta área está cada vez mais em expansão devido a crescente quantidade de idosos no Brasil, que deve triplicar em 40 anos.

Salário médio: Para médicos geriatras R$ 10 mil.

9. Estatístico

Formação exigida: Estatística ou Matemática com especialização.

Função: coleta, organização, descrição, análise e interpretação de amostra de dados. Tem conhecimentos em matemática e softwares adequados para análises.

Porque está em alta: este profissional é capaz de analisar e encontrar padrões que tornam mais exatas as escolhas dos empreendedores, como em padrões de qualidade de produtos industriais.

Salário médio: R$ 8 mil.

10. Analista de mídias digitais

Formação exigida: Marketing, Publicidade e Propaganda ou Comunicação Social.

Função: responsável pelas mídias sociais, como Internet, Facebook, Twitter e Instagram, e divulgação de publicidade nesses meios.

Porque está em alta: dado que a internet tem cada vez mais utilizadores, visto pelas empresas como potenciais clientes e um meio amplo de propagar suas marcas.

Salário médio: R$ 5 mil.

11. Controller

Formação exigida: Administração de Empresas, Ciências Contábeis ou Economia, com especialização em controladoria.

Função: coordenar todos os processos contabilísticos através da gestão econômica, financeira e patrimonial das empresas.

Porque está em alta: requisitado principalmente por empresas de grande porte, que possuem um elevado número de investidores e matrizes que exigem profissionais qualificados para o controle financeiro do negócio.

Salário médio: R$ 20 mil.

12. Gestor de cadeia logística e supply chain

Formação exigida: Logística, Engenharia ou Administração de Empresas.

Função: gerenciamento dos processos logísticos, desde entrada de materiais até a saída de mercadorias vendidas.

Porque está em alta: empresas que requisitam profissionais que possam diminuir o tempo e custos de produção e movimentação de materiais.

Salário médio: R$ 12 mil.

13. Biotecnólogo

Formação exigida: Biotecnologia, Engenharia Biotecnológica, Ciências Biomédicas ou Biológicas, como também outros profissionais especializados.

Função: desenvolve e aplica tecnologias em áreas como da saúde, química, ambiental, agricultura.

Porque está em alta: empresas que trabalham com processos biológicos perceberam o quanto este profissional é útil para diferentes áreas da indústria e desenvolvimento de produtos (alimentos, biocombustíveis, remédios, etc.).

Salário médio: R$ 4 mil.

14. Analista de investimentos

Formação exigida: Economia, Administração de Empresas ou Engenharia, mais certificação para o cargo.

Função: atua em bancos ou financeiras nas estratégias de negócios e planejamento financeiro de empresas clientes

Porque está em alta: com as constantes mudanças no mercado financeiro este profissional passou a ter mais contato com clientes e a ter um papel mais ativo como alguém que analisa e faz recomendações.

Salário médio: R$ 12 mil.

15. Gerente ou sócio de contencioso cível

Formação exigida: Direito, com especialização na área.

Função: atua no meio jurídico em processos de cobranças, disputas judiciais e conflitos de interesse.

Porque está em alta: os casos que envolvem esta área têm aumentando constantemente após períodos de recessão na economia.

Salário médio: R$ 25 mil.

16. Business Partner em RH

Formação exigida: Economia, Recursos Humanos ou Administração de Empresas, com especialização de generalista em RH.

Função: elaborar estratégias e intervir na cultura e nos valores da organização. É fundamental conhecer todos os processos

Porque está em alta: empresas buscam profissionais que liderem ativamente os recursos humanos e melhore os valores da organização.

Salário médio: R$ 15 mil.

17. Desenvolvedor de aplicativos

Formação exigida: Engenharia de Software, Ciência da Computação ou semelhantes, com especialização específica.

Função: criação e desenvolvimento de aplicativos para smartphones.

Porque está em alta: associado ao crescente número da venda de smartphones e, consequentemente, usuários de aplicativos.

Salário médio: R$ 8 mil.

18. Instalador Fotovoltaico

Formação exigida: cursos técnicos ou especializações na área.

Função: instalação e manutenção de placas de energias solares.

Porque está em alta: devido a liberação por parte da ANEEL e a redução dos custos com energia, a procura destes produtos tem crescido exponencialmente.

Salário médio: R$ 2 mil.

19. Gerente de franquias

Formação exigida: Administração de Empresas ou semelhantes.

Função: direção e expansão do negócio em franquias e contatos frequentes com os franquiados.

Porque está em alta: empresas que procuram expansão por meio de investidores terceiros necessitam da atuação deste profissional.

Salário médio: R$ 15 mil.

20. Gerente de saúde, segurança e meio ambiente

Formação exigida: Engenharia com especialidade em segurança do trabalho.

Função: acompanhar os cumprimentos das obrigações com o meio ambiente e a segurança e saúde de todos os colaboradores.

Porque está em alta: um crescente número de empresas que se preocupam em seguir os regulamentos ambientais e trabalhistas.

Salário médio: R$ 15 mil.

21. Auditor Interno

Formação exigida: Ciências Contábeis ou Administração de Empresas, mais especialização.

Função: acompanhar o andamento dos processos da empresa de forma sistemática, auxiliando os gestores e adicionando valor às operações.

Porque está em alta: cada vez mais empresas buscam aumentar a garantia de qualidade dos processos que possuem.

Salário médio: R$ 8 mil.

22. Gerente de transformação digital

Formação exigida: Marketing, Economia ou Administração de Empresas, com especialização em ferramentas digitais.

Função: responsável por modernizar o marketing das empresas através de ferramentas digitais.

Porque está em alta: empresas que estão passando por transformação digital, principalmente bancos, necessitam deste profissional para liderar estes tipos de projetos.

Salário médio: R$ 20 mil.

23. Advogado Societário e Contratual

Formação exigida: Direito, com especialização na área.

Função: atua nas áreas de direito societário, tributário ou como generalista de empresas.

Porque está em alta: alta no movimento de empresas que procuram este profissional que intervém no meio corporativo.

Salário médio: R$ 7 mil.

24. Gerente de facilities

Formação exigida: Economia, Engenharia ou Administração de Empresas.

Função: gerencia toda a funcionalidade do negócio, com foco na administração, estruturação e processos da empresa.

Porque está em alta: este profissional pode reduzir custos e melhorar a organização de maneiras mais práticas.

Salário médio: R$ 10 mil.

25.  Técnico em mecatrônica

Formação exigida: curso técnico da área, mais um registro no CREA do estado onde trabalha.

Função: combina conhecimentos de elétrica, mecânica e informática para criar máquinas inteligentes controladas por computador

Porque está em alta: empresas que estão a se atualizar no meio tecnológico e necessitam deste profissional.

Salário médio: R$ 3 mil.

Veja os 5 erros imperdoáveis em contas a pagar

O contas a pagar não é só verificar qual foi a lucratividade após concluir os pagamentos. Veja os cinco erros imperdoáveis que podem afundar sua empresa.

 

A administração financeira de uma empresa não inclui apenas conhecer a lucratividade ou quando ocorrerá o recebimento de um pagamento, mas também inclui saber o que se deve pagar. As contas a pagar, inclusive, podem garantir a ruína de uma empresa se não forem administradas corretamente. Como você não quer que sua empresa acabe declarando falência, veja – e evite – os cinco erros imperdoáveis em contas a pagar!

Não controlar as contas a pagar

Muitos empresários e gestores decidem não fazer um controle estrito do que deve ser ou do que foi pago porque acham que sabem tudo de cabeça ou que não haverá nenhuma surpresa na hora do pagamento. Porém esse se trata de um erro imperdoável porque sem controle é impossível fazer um planejamento financeiro correto, além de aumentar os riscos de ter que se fazer um pagamento imprevisto, como uma taxa a mais.

Dessa forma, sem o controle do que foi pago, como com um fluxo de caixa, perde-se a noção de quanto a empresa dispõe, de quanto já foi gasto, em que foi gasto e o que restou, prejudicando toda a gestão financeira.

Veja mais: Gestão financeira para micro e pequenas empresas: é mais simples do que você imagina

Desconhecer prazos

Não manter um controle do que deve ser pago também leva ao desconhecimento de prazos, o que inclusive pode fazer com que a empresa perca boas oportunidades de descontos já que pagar adiantado muitas vezes traz alguns benefícios.

A falta de conhecimento sobre os prazos também surge como um empecilho para que a empresa planeje o que pode ser gasto de acordo com a data das contas a receber. O resultado disso? A empresa está sempre na corda bamba e dependendo de recebimentos externos para poder se manter – e nem sempre o gestor se dá conta disso.

Atrasar pagamentos

Atrasar o pagamento de contas a pagar é outro erro imperdoável porque além de prejudicar os fornecedores também pode fazer com que o relacionamento de fornecimento fique abalado, levando à perda de condições facilitadas já conseguidas. Caso a empresa atrase com frequência as contas a pagar a um fornecedor, por exemplo, esse fornecedor pode impedir o pagamento parcelado ou a prazo, complicando a situação financeira da empresa.

Os pagamentos devem ser feitos em dia, para garantir relacionamentos com fornecedores que sejam duradouros e vantajosos para ambas as partes, além de evitar multas.

Misturar com contas pessoais

O dinheiro da empresa deve ser gasto para pagar as contas da empresa e fazer investimentos nela. Esquecendo-se disso ou simplesmente ignorando esse fato, não é incomum encontrar empresários que misturam contas pessoais com do trabalho. Quer um exemplo? O empresário está em sua empresa e de repente se dá conta que precisa pagar a conta de luz de sua residência. Apesar disso, ele está sem dinheiro em mãos e decide fazer o pagamento com o saldo da empresa.

Embora possa parecer inofensivo, esse hábito é altamente prejudicial para a empresa já que em determinado momento o empresário pode se ver usando o dinheiro da empresa para pagar mais contas pessoais do que da empresa.

Não considerar gastos pequenos

Por menor que seja um valor a ser pago, ele precisa ser considerado e entrar no balanço da empresa ou então a conta não vai fechar. É o caso, por exemplo, de a empresa gastar 1 real por determinada operação bancária. Pode não parecer um valor grande, mas a verdade é que a empresa faz 100 dessas ao longo do mês.

No final de 30 dias, o resultado é de 100 reais, o que ainda pode parecer pouco, mas em um ano são 1.200 reais. Em uma década, são 12 mil reais não contabilizados. Por isso, é indispensável manter um controle estrito sobre todas as contas a pagar por menores que elas sejam para garantir o máximo de eficiência.

Somados, esses erros imperdoáveis em contas a pagar minam as oportunidades da empresa e levam a um resultado financeiro muito aquém do esperado. Você comente algum desses erros? Conte para a gente nos comentários!

7 FRASES QUE NUNCA DEVEM SER DITAS DURANTE UMA VENDA

Expressões que mostrem desinteresse pelo cliente, pouca familiaridade com o produto ou falta de jogo de cintura podem custar a transação. Elimine-as do seu vocabulário!

Vender é uma arte e só quem a domina obtém bons resultados.  Para fazer com que um cliente compre um produto ou serviço é preciso atrair seu interesse, tratá-lo como uma pessoa única e fazer com se envolva emocionalmente com o que está sendo oferecido.

Para vender é preciso também estar em acordo com o cliente. Ou seja, se você diverge de algo, precisa encontrar a melhor maneira de expressar a discordância. Em vez de um “não é meu trabalho”, dizer “adoraria poder ajudar” é muito mais adequado e menos comprometedor para a concretização de uma venda.

O autor, empresário e especialista em vendas Grant Cardone listou para a Entrepreneur sete outras frases que nunca podem ser pronunciadas no momento de uma venda ou de uma negociação.

1 – “Não é meu departamento”
Assuma suas responsabilidades tanto nas vendas como em sua vida pessoal.  Nunca culpe a economia, outras pessoas ou as condições externas por um problema, eximindo-se de suas obrigações.

2 – “Confie em mim”
As pessoas estão céticas e desconfiadas em razão da avalanche de notícias sobre fraudes, corrupção, golpes e espertezas que leem todos os dias. Dizer “confie em mim” não ajuda ninguém a realizar uma venda. Pior, pode ter o efeito contrário.

Como as pessoas confiam mais no que veem do que no que ouvem, sempre que possível mostre a documentação necessária para apoiar seus argumentos, apresente fontes que comprovem as informações que está fornecendo e registre tudo o que oferece, propõe e sugere durante a apresentação.

3 – “Eu não o uso”
Usar os produtos que vende e saber com exatidão como funcionam são elementos essenciais para a concretização de uma venda, porque geram credibilidade. Se o comprador percebe ou sabe que você nunca usou o produto que está oferecendo não acreditará em seu valor. Lembre-se de que ninguém compra nada de quem lhe causa desconfiança.

4 – “É política da empresa”
Ninguém está interessado na política da empresa de quem está comprando algo. O que quer são produtos ou serviços que funcionem. Portanto, a frase não pode ser usada para justificar sua negativa de fazer algo que o cliente pede ou espera.  Talvez seja o caso de romper com a política da empresa e encontrar a solução que o satisfaça.

5 – “Somos competitivos”
A concorrência é boa para os consumidores, não para os vendedores. Você e sua empresa devem pensar em dominar o mercado, não em competir. Use todos os recursos que tiver à mão para ser a primeira marca que vem à cabeça dos consumidores quando pensam nos produtos ou serviços que oferece.

6 – “Pode estar acima do seu orçamento”
Nunca faça um prejulgamento da capacidade de compra de um consumidor. Trate todo comprador como tal, mesmo que você saiba, por qualquer meio, que ele conta com um orçamento limitado ou ele diga que não tem o dinheiro.

7 – “É meu dia livre”
Esteja sempre aberto a fazer negócios. Portanto, nada de não atender ao telefone, deixar de ler mensagens no WhatsApp ou não responder perguntas no Facebook ou Twitter, a não ser em casos de emergência.

Cresce a presença de jovens que abrem negócios no Brasil

Pesquisa GEM, do Sebrae/IBQP, mostra que passou de 50% para 57% a participação de pessoas entre 18 e 34 anos no total de empreendedores em fase inicial em 2017

Terminar a faculdade e seguir carreira em uma empresa pública ou privada não é mais a realidade profissional predominante entre o jovem brasileiro. Cresceu em 2017 o número de empreendedores entre 18 e 34 anos que estão envolvidos na criação do próprio negócio. Já são 15,7 milhões de jovens que estão levantando informações para ter um negócio ou que já têm empresa com até três anos e meio de atividade, um aumento de 7 pontos percentuais, na participação relativa, na comparação com 2016.

Os dados fazem parte do relatório executivo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). A pesquisa mostra que um em cada três adultos brasileiros, entre 18 e 64 anos, é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio. Aumentou também, de 57% para 59%, o percentual de brasileiros que empreendem por oportunidade.

“O jovem brasileiro já entendeu que para ter trabalho a melhor alternativa é criar o próprio negócio. É empreender, inovar e gerar novas oportunidades de trabalho. E eles não empreendem por necessidade, estão de olho nas oportunidades do mercado, atendendo demandas sociais e movimentando a economia. Este resultado também traz alguns indícios de recuperação da nossa economia”, destacou Heloisa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae.

O empreendedorismo no Brasil em 2017, de acordo com o relatório GEM, considerando as diferentes faixas etárias, mostra que os jovens de 25 a 34 anos foram os mais ativos na criação de novos negócios. Isso significa que 30,5% dos brasileiros nessa faixa etária estão tentando criar um negócio ou já são proprietários e administram um empreendimento em estágio inicial, com até três anos e meio de criação. Em seguida, nesse ranking aparecem aqueles ainda mais jovens, de 18 a 24 anos, com 20,3% deles envolvidos na criação de novos negócios. O perfil dos novos empreendedores em 2017 manteve destaque para a mulher, que respondeu por 52% dos Empreendedores Iniciais.

Analice Furtado montou seu próprio negócio com 23 anos. Hoje, ela é dona de um salão de beleza junto com a mãe. “Fui até o Sebrae buscar sugestões nessa área e decidi abrir a empresa”, conta a jovem empresária, antes recepcionista de uma academia. “Me aprimorei, fiz vários cursos e depois resolvi fazer faculdade na área de estética”, acrescenta Analice, que decidiu pelo novo ramo para ter independência financeira. Ela começou com uma funcionária e, atualmente, trabalha com a mãe.

Dos 27,4 milhões de Empreendedores Iniciais, 15,7 milhões estavam na faixa dos 18 a 34 anos, em 2017, conforme a pesquisa GEM.

NFe 4.0: prazo para adequação está no fim e empresas devem se preparar

Com a publicação da Nota Técnica 2016.002, a Secretaria da Fazenda anunciou em 2017 que iria realizar alterações no leiaute da NFe. Segundo definições de um acordo da SEFAZ, o documento eletrônico que tem como objetivo simplificar e trazer segurança aos empresários e consumidores, só sofrerá alterações quando houver um número acumulado de mudanças a serem feitas e com no máximo um ou dois anos de vigência de um modelo.

Atualmente, a versão da NFe é a 3.10 que está em vigor desde 2014 e encerra o ciclo de vida no primeiro dia de Julho de 2018. Sendo assim, a partir do dia 02 de Julho só será possível a emissão da NFe na versão 4.0, sendo este o prazo limite de adequação das empresas de softwares e emissoras do documento fiscal.

A mudança do leiaute da NFe é destinada principalmente aos desenvolvedores de softwares para emissão da nota, isto por que os pontos a serem alterados no leiaute são de caráter estritamente técnicos, não alterando campos do DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica), somente o XML, que é o documento eletrônico que carrega as informações da NFe.

A principal mudança que visa trazer maior segurança para o documento refere-se ao protocolo de comunicação da NFe com o governo, que atualmente segue o padrão SSL. Contudo, pelo modelo não oferecer uma grande segurança, a partir da NFe 4.0, o protocolo de comunicação deverá seguir o padrão TSL 1.2 ou superior, e por este motivo o modelo da nota não funcionará no Windows XP e Vista, pois tais sistemas não suportam o protocolo em questão.

Outra mudança importante é a inserção de um campo para informações referentes ao Fundo de Combate à Pobreza (FCP), contribuição obrigatória para as empresas definida pelo Art. 82 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Federal e que deve ser calculada em cima da arrecadação de ICMS e ISS. Lembrando que as informações sobre tal contribuição devem ser inseridas nos Campos de Informações Adicionais do Produto e os seus valores totais no campo de Informações Adicionais de Interesse do Fisco.

Além das mudanças citadas, foi definido que: 
– O Campo de Informações de Pagamentos fará parte do Grupo de Informações de Pagamento além disso há uma expansão das informações a serem inseridas, como troco e formas de pagamento;
– No campo Indicador de Presença poderá ser utilizado a opção 5 (Operação Presencial fora do Estabelecimento);
– No novo modelo foram criadas duas novas modalidades de frete: transporte próprio por conta do destinatário e por conta do remetente;
– Produtos sujeitos a rastreio da vigilância sanitária agora possui um campo de rastreabilidade com informações do número de lote e data de fabricação ou produção,
– Um campo para Inserção do código da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) foi criado para o comércio de medicamentos;

Por mais que as mudanças não sejam destinadas especificamente aos empresários é preciso que eles se atentem às informações sobre o FCP, Código ANVISA (se for distribuidor de medicamentos), e o rastreio no caso de produtos sujeitos à rastreabilidade da Vigilância Sanitária. Por exemplo, se o carregamento de algum produto que estiver no grupo de Rastreabilidade for parado e não apresentar as informações solicitadas poderá ter a carga apreendida e possíveis encargos e multas serão aplicados à empresa.

As mudanças já estão em fase de homologação e entrarão em vigor quando o prazo final de implantação for encerrado, no qual o modelo 3.10 será desativado. Assim, quem não estiver preparado para a NFe 4.0 não poderá emitir notas, podendo trazer sérios problemas para o contribuinte. Muitas empresas desenvolvedoras de softwares emissores já estão preparadas para a mudança, como a BreakSoft, empresa especializada em sistemas de gestão fiscal administrativa.

O mês de Julho está próximo e é preciso estar atento às mudanças para não ter problemas com a fiscalização e, posteriormente com a Receita Federal. Lembrando que o modelo 3.10 não será mais aceito, caso o empresário não estiver com um sistema adequado à mudança, não poderá emitir notas. Garanta a segurança fiscal de sua empresa e se adéque às normas governamentais.