Área do Cliente

PEQUENOS NEGÓCIOS GERARAM 72% DOS EMPREGOS DO PAÍS EM FEVEREIRO

O resultado do mês, de preenchimento de 125,2 mil postos de trabalho, é o melhor dos últimos quatro anos.

 

O saldo de empregos gerados pelos pequenos negócios em fevereiro representou 72,3% do total de vagas abertas no país, revela o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). É o maior saldo registrado para este mês nos últimos quatro anos. Segundo levantamento do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), baseado nos dados do Caged, foram preenchidos 125,2 mil postos de trabalho, resultado quase três vezes e meia maior que o saldo apresentado pelas médias e grandes empresas (MGE), que somaram 36,5 mil.

“Esses empreendedores são o negócio do futuro. Os pequenos negócios geram emprego, dão resultado e transformam a realidade nas comunidades onde estão inseridos e no país como um todo, com renda e oportunidade”, afirma o presidente do Sebrae, João Henrique de Almeida Sousa. Segundo o Caged, no total foram gerados 173.139 empregos formais celetistas em fevereiro, computando-se também o saldo das empresas da Administração Pública.

As micro e pequenas empresas já acumulam no primeiro bimestre deste ano um saldo de 189,5 mil vagas, 14% acima do mesmo período do ano passado e quase 17 vezes mais que o saldo acumulado pelas médias e grandes corporações nos primeiros dois meses deste ano. Os pequenos negócios do setor de Serviços foram os que mais empregaram em fevereiro, com 75,8 mil postos de trabalho. Destacaram-se nessa área os empreendimentos do segmento de Ensino, contratando 27 mil novos profissionais, e as do ramo imobiliário, criando 18,5 mil novos empregos.

Considerando o primeiro bimestre, os pequenos negócios do setor de Serviços também foram os que mais contrataram, preenchendo mais de 117,4 mil vagas. Em segundo lugar, destacaram-se as MPE da Indústria de Transformação, com a criação de 53,2 mil postos de trabalho. Já as empresas que atuam no Comércio registraram um saldo negativo de 27,9 mil de empregos, contra 31,9 mil demissões feitas pelas médias e grandes corporações. Isso significa que que nesta área houve mais desligamentos do que admissões.

São Paulo foi o estado brasileiro em que as micro e pequenas empresas mais geraram empregos em fevereiro, com 41,3 mil empregos, respondendo por 33% do total de postos de trabalho gerados pelas MPE no país nesse mês. Em seguida, aparecem Minas Gerais (16,4 mil), Santa Catarina (10,8 mil) e Rio Grande do Sul (10,1 mil). Em função disso, as regiões que se destacaram na criação de novas vagas em fevereiro deste ano foram a Sudeste (66,1 mil) e a Sul (31 mil).

fonte: revistapegn

 

PÁSCOA É OPORTUNIDADE PARA EMPREENDER

Em 2018 foram produzidas mais de 11 mil toneladas de produtos especializados; confira dicas para faturar durante o período.

Páscoa é considerada a melhor data para a indústria de chocolate porque gera um aumento significativo na produção e em empregos temporários, aquecendo a economia e movimentando o varejo. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB), em 2018 foram produzidas mais de 11 mil toneladas de ovos e produtos de Páscoa, número 26% maior que o registrado no ano anterior.

Os dados mostram que o momento é próspero não só para as grandes empresas, mas também para pequenos e microempreendedores. De acordo com o Portal do Empreendedor, o Brasil possui mais de seis mil MEI (Microempreendedores Individuais) formalizados no setor e, em Minas Gerais, são cerca de 800, que podem faturar mais durante o período.

Como qualquer negócio, é preciso ter alguns cuidados na hora de produzir e, sobretudo, comercializar o produto. Para o analista de marketing do Sebrae Minas Gilmar Chagas, é preciso estar preparado para aproveitar o momento. ”A páscoa é uma data sazonal de bastante movimento no mercado de doces, frutas cristalizadas, trufas, bombons e tudo que deixa esse período com sabor de chocolate, mas é preciso estar preparado”, alerta.

Principais dicas:

Aprenda o processo de fabricação, mas lembre-se que para isso é preciso se capacitar;
Busque informações se na sua cidade estão disponíveis todos os ingredientes para a fabricação ou se será necessário comprar em outro local;
Faça uma planilha de custos que envolva toda a produção. (O Sebrae oferece oficina de preço de venda e consultoria de finanças);
Não fique apenas na produção do tradicional ovo, use a criatividade na criação de receitas inovadoras com frutas, castanhas e caldas;
Capriche na embalagem e utilize os meios digitais para divulgação, com fotos que despertem o paladar através do olhar. O ideal é gravar vídeos curtos e aproveitar os canais das redes sociais (Instagram, WhatsApp, Facebook);
Aproveite para fazer também a estratégia de venda da porta a porta (para isso, prepare o seu argumento para convencer o público que irá consumir), comece com amigos, porta de escolas, ponto de ônibus, saída e entrada de supermercados;
Faça parcerias (veja se salões, mercearias do seu bairro podem vender o seu produto em sistema de consignação, é mais uma opção);
Explore possibilidades (no seu bairro, rua ou condomínio), descubra as preferências dos clientes e invista e os surpreendam.

 

fonte: revista pegn