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Mulheres empreendedoras

4 dificuldades no dia a dia das mulheres empreendedoras

Em debate durante o Women’s Forum, fundadores de empresas revelam os desafios que as mulheres enfrentam nos negócios.

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Da esquerda para direita: Edivan da Costa, Sônia Hess de Souza e Denise Damiani (Foto: Divulgacão)

Não há dúvida de que a presença das mulheres nos negócios está aumentando. No Brasil, elas estão à frente de 52% dos novos negócios, que têm entre 0 e 3 anos, de acordo com dados da última pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, divulgado este ano. Mas se elas têm se mostrado mais presentes nos negócios, começam também a enfrentar os problemas características do meio.

Este tema fez parte da mesa de discussão Pessoas, gestão e governança: o suporte que você precisa para ir além, realizada durante o Women’s Forum, que ocorre hoje e amanhã (26 e 27/05), em São Paulo. Para Sônia Hess de Souza, presidente da Dudalina, Denise Damiani, fundadora da Denise Damiani Consultoria, e Edivan Pereira da Costa, CEO da assessoria e consultoria empresarial SEDI, as empreendedoras tendem a encontrar dificuldades específicas. Veja abaixo os quatro principais pontos listados por eles durante a discussão:

Medo
“Mulheres sentem medo porque acham que não têm dinheiro, não são capazes ou não acreditam que suas ideias podem dar certo”, diz Denise. Assim que os primeiros obstáculos são superados, o medo ainda volta em outras formas. Quando atingem patamares mais altos, algumas mulheres se podam por acreditar que poderiam estar mais presentes em suas famílias, por exemplo. Para combater os temores, empreendedoras precisam enxergar seus objetivos com clareza.

Culpa
“Minha mãe era uma empreendedora com 16 filhos e nunca se culpou,” afirma Sonia. Para a presidente da marca de camisas Dudalina, as mulheres se cobram demais e se culpam tanto no sucesso quanto no fracasso. Ao se tornar bem-sucedidas, muitas empreendedoras questionam se foram verdadeiramente capazes de suas conquistas. Segundo Sonia, “o mundo dos negócios ainda cheira a testosterona” e para entrar nele, mulheres precisam ser corajosas e saber valorizar suas qualidades.

Impressões erradas
Em geral, o empreendedorismo é visto como uma solução para o trabalho chato e longo em grandes organizações. Para algumas mulheres, os negócios ainda apresentam a oportunidade de passar mais tempo com a família. Ao ser dona de sua empresa, os horários poderão ser mais flexíveis. No entanto, a quantidade de trabalho pode ser igual ou maior do que as responsabilidades em empregos tradicionais.

Tomada de decisões difíceis
“Como homem, percebo mulheres no mundo dos negócios que não definem um processo para tomar decisões complicadas”, diz Costa. Por serem múltiplas, empreendedoras encontram obstáculos na hora de se concentrar e resolver uma única questão. A habilidade de cuidar de todos é comum entre as mulheres e deve ser cultivada. Mas é preciso traçar uma estratégia clara e eficiente em situações problemáticas. “Muitas vezes é apenas preciso tomar decisões”, afirma o CEO.

http://revistapegn.globo.com/Mulheres-empreendedoras/noticia/2014/05/4-dificuldades-no-dia-dia-das-mulheres-empreendedoras.html

3 Dicas, apenas 3 valiosas dicas…

3 Dicas para ter o amplo controle dos processos da empresa

No Congresso da Micro e Pequena Indústria, especialistas apontaram que a produtividade, a gestão e o controle são essenciais para o sucesso.

No Brasil, os altos impostos aliados à burocracia representam um grande entrave para novos negócios se desenvolverem. Por essa razão, as pequenas empresas devem estar estudar, o tempo todo, novos processos para aumentar a competitividade no mercado.

Durante o Congresso da Micro e Pequena Indústria, realizado nesta segunda-feira (26/5), em São Paulo, questões como controle, gestão e produtividade das empresas estiveram em debate. O evento, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), teve a participação de diversos especialistas e empreendedores. Em diversos debates, eles apontaram soluções para lidar com esses desafios.

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Conheça agora algumas delas:

Invista no controle do negócio. “Ninguém controla o passado, mas pode controlar o que vai acontecer”, disse Roy Martelanc, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), durante o congresso. Para ele, o empreendedor deve acompanhar e ter domínio das finanças da empresa. “Mas medir não é o bastante, é preciso comparar”. Martelanc afirma que o empreendedor deve traçar metas coerentes com os seus objetivos e ter um parâmetro sempre em mente. Essas metas podem levar em consideração o desempenho da empresa no ano interior, o crescimento do concorrente ou um número absoluto. Isso ajuda a definir problemas contábeis e a se preparar para momentos de crise.

Integre seus sistemas de gestão. Manter diversos segmentos da empresa isolados também pode ser preocupante, tanto na hora de prestar contas como na busca por crédito. Para estar a par do que acontece em diferentes áreas da empresa, vale a pena contar com a ajuda de um Sistema Integrado de Gestão. Fernando José Gonzalez, especialista no assunto e professor do Instituto Mauá de Tecnologia, explica que com o uso desse tipo de sistema o negócio passa a ter um banco de dados centralizado.

Assim, é possível manter a segurança da informação, aumentar a produtividade e relacionar dados. Em empresas que precisam otimizar processos produtivos porque são mais enxutas, esse tipo de sistema garante ainda uma redução de custos operacionais, porque diminui o retrabalho com cadastro de dados.

Seja produtivo. Para José Ricardo Roriz, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, o cenário atual é desestimulador para quem investe capital próprio na indústria em busca de retorno financeiro. Segundo dados levantados pela Fiesp em 2013, o “custo Brasil” chegou a ser 38% maior do que aquele praticado em outras economias emergentes. Neste ambiente desfavorável, Roriz afirma que o fortalecimento interno da indústria é ainda mais importante, sendo a produtividade um grande diferencial.

Como caminho para tornar uma indústria produtiva, ele ressalta a importância de dois fatores: produção de mercadorias com valor agregado e capacitação profissional. Isso porque, uma base sólida nessas duas esferas permite que o empresário invista em gestão, compra de máquinas e equipamentos e pesquisa e desenvolvimento.

Apesar do conselho, Roriz é realista: “Estamos passando por uma fase de desindustrialização. A margem de faturamento bruto das empresas tem se mantido estável e isso compromete investimentos em competitividade”.

http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/05/3-dicas-para-ter-amplo-controle-dos-processos-da-empresa.html

Dormir bem pode ser a melhor decisão de carreira

Para manter o desempenho profissional em alta, sono de qualidade é fundamental

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O advogado Carlos Eduardo Dourado, no cochilódromo: ânimo renovado

São Paulo – A fórmula do bom desempenho no trabalho inclui uma atividade barata: dormir. O sono de qualidade é fundamental para manter a produtividade. Porém, essa tarefa diária tão importante está sendo preterida por profissionais brasileiros.

Uma pesquisa recente da International Stress Management Association (Isma-BR) revelou que a média da jornada de trabalho de executivos é de 13 horas, aumento de 3 horas em comparação a dados de 2010. Segundo a clínica Med-Rio, especializada em check-ups de executivos, 25% sofrem de insônia, crescimento de 40% nos últimos dez anos.

São pessoas com uma agenda caótica, com atividades que afetam a hora de dormir e acordar. “A privação do sono prejudica a capacidade de concentração, a tomada de decisões, a velocidade cognitiva e a memória, além de aumentar a ansiedade, o cansaço e a irritação”, diz Gilberto Ururahy, diretor da Med-Rio.

No longo prazo, a falta de sono crônica vira um problema de saúde sério: altera o metabolismo e aumenta o risco de hipertensão, ganho de peso, diabetes e doenças cardiovasculares. “Quando a rotina aperta, as pessoas tendem a cortar aquilo que é mais importante para a saúde: tempo de sono, atividade física e boa ali­mentação”, diz Ana Maria Rossi, da Isma-BR.

Vários aspectos da relação entre dormir e trabalhar não são discutidos, mas, quando considerados, explicam muito como o repouso altera a produtividade. A maneira como descansamos, por exemplo, é muito diferente da de séculos atrás, o que indica que a labuta contemporânea contraria o que seria natural.

Ao pesquisar sobre a noite, o historiador americano Roger Erkich descobriu que no século 15 as pessoas dormiam em dois tempos: primeiro, do entardecer até a meia-noite. Nesse horário, elas acordavam e ficavam em casa lendo, rezando ou fazendo sexo, e depois voltavam a dormir até o dia clarear.

Era uma época em que trabalhar estava diretamente ligado ao aproveitamento máximo das horas de sol. Na década de 80, o psiquiatra Thomas Wehr retirou a luz elétrica da vida de voluntários confinados. Após algumas semanas, os pacientes apresentaram o mesmo sono segmentado que o historiador identificou.

Descobriu-se também que o intervalo entre os dois sonos é relaxante: o cérebro libera o hormônio prolactina, responsável pela sensação de moleza após o orgasmo e por reduzir o estresse.

O trabalho define a dinâmica do sono atual. Segundo Matthew J. Wolf-Meyer, professor de antropologia na Universidade da Califórnia, autor do livro The Slumbering Masses (“Massas sonolentas”, numa tradução livre, sem edição no Brasil), o jeito como dormimos hoje nasceu na época da Revolução Industrial, no século 19.

A rotina profissional organizada por turnos fixos e a energia elétrica mudaram o significado do ato de ficar acordado à noite. Na virada para o século 20, surgiu a ideia de que dormir por 8 horas seguidas seria o suficiente. Qualquer comportamento fora desse padrão é visto com preconceito pela sociedade.

Outro aspecto é a organização das empresas em torno de horários de trabalho. Para cumprir um expediente de 8 horas com folga de 1 hora para almoço, uma pessoa geralmente começa a trabalhar entre 8 e 10 horas da manhã e sai entre 17 e 19 horas — isso sem considerar os inúmeros empregos que têm carga horária maior.

Essa rotina rígida restringe o sono de um profissional comum entre as 23 e as 7 horas. O problema é que muita gente tem um ritmo biológico que não bate com o relógio de ponto. “A exigência de chegar cedo privilegia pessoas matutinas”, diz a engenheira dinamarquesa Camilla Kring, fundadora da B-Society, grupo que atua em defesa de horários flexíveis nas empresas.

http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/191/noticias/sono-produtivo

6 dicas para faturar com o comércio eletrônico

Saiba como tirar proveito de um mercado que movimentou R$ 28,8 bilhões em 2013.

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Ter um site compatível com dispositivos móveis é um dos passos para ter sucesso no comércio eletrônico (Foto: Thinkstock).

Parece um clichê dizer que para faturar mais uma empresa deve investir no comércio eletrônico. Então deixemos que alguns números reforcem essa constatação: em 2013, o e-commerce no Brasil cresceu 28% e movimentou uma cifra de R$ 28,8 bilhões. Mais: 9,1 milhões de pessoas fizeram compras online pela primeira vez no ano passado, elevando para 51,3 milhões o número de consumidores que usaram a web para comprar algo pelo menos uma vez.

Mas nem sempre é fácil arquitetar uma estratégia de comércio eletrônico. Ainda mais para os empreendedores de pequenos e médios negócios.

Para ajudar nessa questão, o site de Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com Gerson Ribeiro, professor de marketing digital na ESPM e fundador da Vitrio, empresa de inteligência e desempenho em e-commerce, para saber como criar uma loja virtual eficiente. Leia, abaixo, as dicas:

1. Use métricas em tudo
“Hoje em dia é possível medir e contabilizar tudo”, afirma Ribeiro. Sua empresa precisa estabelecer diferentes métricas e metas para diferentes aspectos do seu site. Com isso, o empreendedor poderá saber exatamente o que está acontecendo e fazer mudanças durante o caminho. São esses dados que ajudarão na conversão do visitante – aquele possível cliente que entra no seu portal, mas nem sempre finaliza uma compra.

2. Entenda as necessidades do seu cliente
Ao estruturar um e-commerce, o empreendedor precisa pensar como um possível consumidor para arquitetar melhor toda a estrutura do portal. Faça testes de usabilidade e não tenha medo de trocar elementos de lugar se perceber que o seu possível cliente vai se perder ou se cansar. Comprar precisa ser algo fácil, tão fácil quanto entrar em uma loja física, olhar para um produto e já sair de lá com ele.

3. Saiba quanto investir
Estude os custos e saiba o que cada elemento da construção do site exigirá investimento. Considere, neste processo, a estratégia de marketing e a divulgação. Além disso, estude o que cada um deles trará de retorno. Faça um planejamento financeiro estratégico e cuidadoso.

4. Atenda bem o seu cliente
Um bom atendimento e a compreensão das necessidades dos clientes aumentam a taxa de novas compras. Você precisa ter uma estratégia pós-compra para manter seu consumidor interessado em retornar. Uma delas é o e-mail marketing. Lembre-se, porém, de fazer um atendimento personalizado. Esse tipo de relacionamento ajuda a gastar menos com divulgação, já que há grandes chances dos seus clientes se tornarem advogados de sua marca.

5. Crie um site amigável
Pense que seu portal poderá ser acessado de diferentes dispositivos e navegadores. Construa uma loja virtual que seja acessível em todos deles – ou nos principais deles, caso a grana esteja curta. Atualmente, a difusão dos dispositivos móveis demanda um site que possa ser utilizado por meio de smartphones e tablets.

6. Não deixe de se capacitar
O comércio eletrônico ainda é um mercado novo e cheio de possibilidades – tanto de erros quanto de acertos. Não deixe que as informações dessa lista sejam o suficiente. Sempre corra atrás de cursos e nunca deixe de se atualizar sobre as principais tendências.

http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/05/6-dicas-para-faturar-com-o-comercio-eletronico.html